• Revista Vidi #1

Nestlé capacita jovens sobre agroempreendedorismo para estimular o potencial e o futuro do campo

Desafios da gestão de negócios, tecnologia, desenvolvimento pessoal e liderança são temas que atraem a geração mais jovem no campo



Atenta à nova realidade no campo, com uma nova geração conectada e ávida por conteúdos como uso de tecnologia e avanços em qualidade e produtividade, a Nestlé oferece alternativas que promovam o desenvolvimento da atividade agrícola e questões para os desafios do setor. Iniciativas que estimulam o empreendedorismo rural são importantes para os jovens que precisam reconhecer e valorizar o campo como um ambiente de oportunidades.

Em dezembro, houve a formatura da turma que participou da segunda edição do projeto "Jovens Transformadores em Campo", uma iniciativa da Nestlé que capacita os participantes na produção de café, além de incentivar conhecimentos mais profundos e aguçar a capacidade de inovação do futuro na cadeia do café. Foram seis meses de aulas para uma turma de jovens da região de Água Branca, no Espírito Santo, que teve acesso a conteúdos sobre desenvolvimento pessoal e liderança, práticas sustentáveis aplicadas ao campo e empreendedorismo, entre outros. "Levar um conteúdo especial para esse público conectado com o mundo, que traga ao centro do debate questões como inovações e tendências para o campo, tecnologia a serviço da otimização das técnicas de plantio e cultivo e ganhos em eficiência, produtividade e qualidade, entre outras, é um instrumento poderoso para o crescimento sustentável da atividade no País", diz Taissara Martins, gerente de Criação de Valor Compartilhado da Nestlé Brasil. "Sem falar que iniciativas como essa despertam o interesse do jovem pelo campo."

Entre os 30 formandos, sobram histórias de valorização do campo e do reconhecimento de como é possível enxergar um novo futuro na fazenda. Um deles é Adriano Breda Rodrigues, 24 anos, produtor em Barra de São Francisco (ES), que segue a tradição de quatro gerações de sua família no cultivo de café. Ele ressalta o quanto é forte a cultura popular de que os jovens precisam ir para a cidade para sobreviver e de quão importante é o projeto ao desconstruir esse paradigma. "Ainda se acredita que o jovem não consegue mais sobreviver no campo, que ele tem que ir para a cidade porque é só lá que ele pode crescer. O projeto veio para quebrar esse paradigma e mostrar aos jovens que dá para continuar, dá para permanecer no campo", diz Adriano. "Sempre vi oportunidade de ficar na fazenda e o projeto me incentiva ainda mais a seguir nesse caminho."

Adriano também reconhece o valor de receber conteúdos que normalmente não chegariam aos jovens no campo. "Esse contato que tivemos com vários profissionais do ramo de altíssimo nível é uma oportunidade que talvez nunca teríamos tido se não fosse esse curso", reconhece. O jovem passou por uma transformação de perspectiva antes e depois do projeto. "Via o café apenas como uma commodity e não conhecia a questão do café de qualidade especial. Não sabia que eu poderia entregar um café de qualidade para uma cafeteria ou uma marca que valorize um café de qualidade e especial", salienta.

Rodrigo Souza, 24 anos, foi um dos formandos que demonstrou a preocupação em criar no campo as raízes de um negócio bem estruturado. Com foco em inovação e análise sensorial, ele imagina formas de reduzir custos de produção e aprimorar o processo de precificação na fazenda produtora de café, por meio de uma assessoria para investimento e compra de insumos. "É gratificante ter a oportunidade de estudar o café a partir de uma visão nova, perceber que alguém olha para a gente do campo, que podemos ter sucesso, ir para a frente na vida e perpetuar a cultura do café com esse novo olhar", diz.

Certo de sua decisão de conciliar os estudos com o trabalho e de continuar produzindo no campo, onde nasceu e cresceu, ele acredita que o projeto eleva a autoestima dos produtores locais. "Crescemos ouvindo dos nossos avós e pais que quem não estuda fica na roça, mas isso já passou. Hoje, conseguimos enxergar que temos uma vida muito boa aqui, estudamos, trabalhamos, fazemos network, temos acesso a stakeholders de toda a cadeia produtiva do café, ferramentas e conhecimento. E ainda fazemos isso com amor à terra", conclui.

Já Milena Monteiro Durães, 22 anos, aproveitou os conteúdos recebidos para desenhar um projeto de beneficiamento do café, com o objetivo de evoluir na qualidade do produto, aumentando a renda da família e da propriedade. "Sempre fui e sou apaixonada pela vida no campo. É aqui que quero produzir, trabalhar. Participar de um projeto como o Jovens Transformadores em Campo não só aprimorou meus conhecimentos, mas também abriu a minha mente para o que é um café de qualidade", afirma.

O projeto

Foram sete módulos de capacitação, com aulas presenciais uma vez por mês, em temas focados na parte da técnica e na qualidade de produção, além de desenvolvimento pessoal e liderança, práticas sustentáveis aplicadas ao campo e empreendedorismo, entre outros. "O projeto ajuda os jovens a entenderem que é possível ser bem-sucedido e inovador no campo, permanecer ali e contribuir para um desenvolvimento sustentável. Pudemos comprovar como essas novas gerações investem na formação técnica, mas também se preocupam com as competências como empreendedorismo e liderança. Abrem o leque de atuação e enxergam o negócio como uma grande oportunidade de fazer a diferença", afirma Taissara.

Um diferencial foi a mentoria em plataforma online para a realização do plano de ação, quando os participantes apresentaram trabalhos de conclusão com aplicações voltadas para as propriedades com base nos conteúdos teóricos e práticos transmitidos. A iniciativa teve a parceria do Sofá Café, projeto que tem uma atuação voltada para treinar jovens em situação vulnerável para serem baristas. Como diferencial, os 10 melhores alunos foram selecionados para participar da Semana Internacional do Café (SIC).

Sobre a Nestlé

É a maior empresa de alimentos e bebidas do mundo. Está presente em 190 países e seus 308 mil colaboradores estão comprometidos com o propósito da Nestlé de melhorar a qualidade de vida e contribuir para um futuro mais saudável. A Nestlé oferece um amplo portfólio de produtos e serviços para cada etapa de vida das pessoas e de seus animais de estimação. Suas mais de 2000 marcas variam dos ícones globais, como Nescafé ou Nespresso aos favoritos locais como Ninho. O desempenho da empresa é impulsionado por sua estratégia de Nutrição, Saúde e Bem-Estar. Sua Sede fica na cidade suíça de Vevey, onde foi fundada há mais de 150 anos. No Brasil, instalou a primeira fábrica em 1921, na cidade paulista de Araras, para a produção do leite condensado Milkmaid, que mais tarde seria conhecido como Leite Moça. A empresa tem unidades industriais localizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Espírito Santo. Emprega 32 mil colaboradores diretos e gera outros 200 mil empregos indiretos. A Nestlé Brasil está presente em 99% dos lares brasileiros, segundo pesquisa realizada pela Kantar Worldpanel.

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